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Habilidades
Grandes organizações estão alcançando até 97% de redução no consumo de CPU com workloads COBOL batch sem alterar uma única linha de código-fonte. Descubra como elas estão gerenciando picos de demanda, recuperando capacidade de processamento e resolvendo conflitos por meio da redistribuição contínua de workloads.
Conversamos diariamente com clientes sobre os desafios inerentes à gestão de ambientes mainframe de alto volume, nos quais eficiência e controle de custos são prioridades máximas. E sabemos que as preocupações com capacidade nem sempre estão relacionadas apenas ao alto volume de processamento. Muitas vezes, existe uma sobrecarga de workloads concentrada na mesma janela de tempo utilizando os mesmos recursos.
O conflito acontece quando:
O JOPAZ reequilibra esse cenário ao redistribuir workloads COBOL batch mais pesados para motores de processamento mais eficientes, alterando o comportamento desses picos sem modificar as aplicações.
O que muda: Fluxo de execução, comportamento da CPU e ambiente de execução (JVM).
O que não muda: Código-fonte COBOL, dados, estrutura de agendamento e outputs.
A seguir, mostramos como três grandes empresas de diferentes setores alcançaram reduções expressivas no consumo de CPU, solucionando de forma definitiva seus desafios de contenção de processamento.
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Para uma grande organização norte-americana de serviços aos seus membros associados, que oferece soluções automotivas, de viagens e financeiras, garantir previsibilidade era uma prioridade estratégica. O processamento batch elevava os custos de R4HA ("Rolling 4-Hour Average"), criando uma necessidade urgente de melhorar a distribuição de workloads.
A organização recorreu ao JOPAZ para resolver a causa raiz da contenção de workloads.
Isso permitiu que eles aproveitassem seus processadores zIIP da IBM, reduzindo a pressão no pico de capacidade do GP ao redistribuir a execução.
O impacto foi imediato e significativo:
Sem o JOPAZ:
Com o JOPAZ:

Uma grande empresa de energia da América do Norte, com um amplo ambiente Db2, precisava de uma forma mais estratégica de utilizar seus recursos de processamento existentes.
Assim como no primeiro caso, o cliente recorreu ao JOPAZ para tornar seus workloads COBOL batch elegíveis para execução no processador zIIP™. Nesse cenário, o zIIP tinha capacidade limitada disponível para uso pelo JOPAZ, então, após o sucesso dos resultados iniciais, um segundo zIIP foi adicionado.
Sem o JOPAZ:
Com o JOPAZ e um único processador zIIP:
Com o JOPAZ e 2 processadores zIIP:
Os testes iniciais foram tão promissores que o cliente imediatamente contratou recursos dedicados para levar o projeto até a conclusão. O mais importante é que tudo isso foi alcançado sem nenhuma alteração no código-fonte ou na lógica de negócio das aplicações.

Na América Latina, uma importante empresa de tecnologia de pagamentos processa bilhões de transações anualmente. Diferentemente dos outros exemplos, este era um ambiente puramente VSAM, sem bancos de dados tradicionais, além de contar com aplicações extremamente grandes e complexas.
Com quatro processadores zIIP subutilizados já disponíveis em sua infraestrutura, a empresa enxergou no JOPAZ a solução ideal para recuperar capacidade dos GP. O projeto começou com a recompilação de um programa complexo de 54 mil linhas. Nas palavras do próprio cliente: “Se o JOPAZ consegue lidar com essa aplicação, consegue lidar com qualquer coisa.”
Como nossos clientes comprovam, modernização não precisa significar uma migração arriscada e de anos de duração para a nuvem. O desafio não está em saber se o COBOL funciona, mas em entender se um pequeno número de jobs está gerando uma pressão desproporcional durante janelas críticas de processamento. Em vez de alterar seus workloads, reescrevendo, reprogramando ou eliminando processos, as empresas estão recuperando praticamente todo o consumo de CPU de seus workloads COBOL batch ao mudar onde estas cargas estão sendo executadas.
Seja trabalhando com Db2, VSAM, Adabas ou arquivos sequenciais, os resultados demonstram de forma consistente economias superiores a 80% no consumo de CPU, chegando em muitos casos a até 97%, e tudo isso mantendo intacta a lógica de negócio já consolidada das aplicações.